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Ricardo Santos continua forte na Andaluzia

13.º lugar no torneio cimentou o estatuto de 2.º no Challenge Tour e de top-60 olímpico.

Ricardo Santos subiu mais um lugar no ranking olímpico desta segunda-feira, para o 56.º posto, e deverá ver confirmado um apoio do Comité Olímpico de Portugal durante os próximos seis meses, após a avaliação que for efetuada no final desta semana, em conjugação com a Federação Portuguesa de Golfe.

 

No ranking mundial o algarvio de 36 anos também melhorou esta semana a sua cotação em 19 posições, para a 244.ª, consolidando o seu estatuto de n.º1 nacional.

 

No ranking do Challenge Tour, Ricardo Santos segurou o 2.º lugar que já ocupava e até aproximou-se do líder, o francês Antoine Rozner que optou por não jogar na semana passada, que por sua vez distanciou-se do n.º3, o inglês Richard Bland.

 

Para Ricardo Santos tem corrido tudo bem nos últimos tempos: foi 13.º classificado no Andalucía Costa del Sol Match Play 9, o único torneio do Challenge Tour que combina uma fase qualificativa de 36 buracos em strokeplay (contam as pancadas), com uma fase final em matchplay (eliminação direta).

Estamos a falar de um torneio recente, de apenas três edições, com 200 mil euros em prémios monetários, onde Ricardo Santos nunca tinha sido muito bem-sucedido pois fora 51.º em 2017 no La Cala Resort e no ano passado nem superou o cut no Valle Romano Golf, em Estepona, onde voltou a jogar-se este ano, entre 156 jogadores.

 

Tiago Cruz, um amigo de longa data de Ricardo Santos, por azar foi calhou frente a Santos na primeira ronda da segunda fase. Para Tiago era a primeira vez esta época um torneio do Challenge Tour, graças a um convite cedido pelo Team Portugal da PGA de Portugal e FPG, também integrou o mesmo grupo dos 25.º classificados, mas com voltas de 71 e 70.

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